
O jornalista inglês Jon Savage, autor do livro England’s dreaming, fala sobre a explosão punk de três décadas atrás e o legado do último movimento ligado ao rock que realmente afetou a sociedade
Há trinta anos, a banda Sex Pistols estreava num palco e detonava a última “revolução” ampla ligada ao rock. Em entrevista à CULT, o jornalista inglês Jon Savage fez um balanço do impacto da geração do “faça você mesmo”
“Mesmo quando o punk era constituído por apenas algumas dúzias de pessoas em Londres, nós sonhávamos em conquistar o mainstream. O underground é para perdedores”
O que o punk mudou na música e na cultura pop?
Se o punk mudou tudo, essa era a intenção. Em 1976, existia uma geração sem privilégios, jovem demais para ser hippie, velha o bastante para querer seu próprio tumulto. Como em toda polêmica, ela amava o que alegava odiar e, assim, tornou-se a cultura jovem da geração seguinte – e, no final dos anos 70, já era uma instituição tanto quanto os refugos hippie que os punks tanto desprezavam.
Para os jovens na Inglaterra, pelo menos, o punk é o Ano Zero: para quem está na faixa dos 20 anos, é aí que a cultura pop começa (os anos 60 estão muito lá atrás). Isso é produto do fato de que o punk no Reino Unido foi talvez mais bem sucedido como um fenômeno de mídia e de percepção. No resto do mundo, eu presumo que o punk está junto de arquétipos da cultura jovem/romântica como os Beatles e Kurt Cobain.




Por que não aceitam pessoas diferentes......

por que nos tratam como maniacos ou segudores do demonio, quando o q queremos na verdade é mudar um mundo em q já não se há condições de se viver em paz; onde nos escondemos e não nos preocupamos com o quer há a nossa volta,a natureza,,refletir sobre o sentido da vida e porque estamos aqui,,,não estamos aqui para destruir o que não nos pertence....VIVA,,,E DEIXE OS OUTROS VIVEEREM...porque viver é bom,,,
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